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A vida é feita de decisões.
Certas ou erradas, elas formarão nossas vidas, serão a estrada para a nossa caminhada.
Todos os dias tomamos decisões; algumas delas, dizem respeito a nossa pessoa, outras, interferem no bem estar de nossos próximos, para edificar ou não.
No entanto, o importante é tomar as decisões debaixo da mão de Deus. Ele não é limitado ao tempo, por isto, conhece todas as nossas possibilidades de futuro, dependendo, é claro, de nossas atitudes. A Biblia nos ensina que Deus é onisciente (sabe todas as coisas). Conhece a intenção de nossos corações, quando decidimos ou escolhemos.
As decisões das pessoas certamente influenciam em muitos futuros, criando uma rede, uma espécie de ambiente interligado por fios de relacionamento, cordões de dependência, linhas de instabilidade e correntes de motivação.
Os fios de relacionamento, remetem as fracas redes sociais da atualidade. Somos todos muito superficiais. Não porque queremos ser, mas a sociedade acaba exigiindo isto, na velocidade dos meios de comunicação e segmntação de conteúdos, tribos e pessoas. A era da informação interligou o mundo, mas com fios fracos e facilmente maleáveis, superficiais. Certamente o indivíduo conhece centenas de pessoas (vide numero de aigos no orkut), mas a maioria destes não lhe são confiáveis, naõ transmitem carinho, crescimento, edificação ou desafios. A maioria é multidão, apenas parte de um todo.
Esta multidão faz com que as pessoas lutem pela dependência. Para isto, muitos querem se mostrar dependentes. Parece simples, mas o mal da sociedade, neste século, é o grande numero de dependentes emocionais. São diversas formas de expressar que o mundo poderia ser melhor, que a violência é errada, que as pessoas deveriam buscar o amor... São “emos”, “retrôs”, melancólicos, depressivos, amantes das redes sociais, das “tribos unificadas”. Uma massa de pessoas que possuem um bom discurso e uma boa causa, mas tropeçam em seus métodos. Se tão somente confiassem na dependência de Deus, que supre todas as necessidades. Ao invés disso, confiam em homens, em comunidades, em ideologias. Como disse um amigo meu, as palavras de “I Coríntios 13” resumem como deveriam ser nossos relacionamentos: pautados no amor para com o próximo.
No próximo artigo comentarei sobre as linhas de instabilidade e sobre as correntes de motivação, que nos levam às escolhas e decisões.
Até lá.
Daniel H.
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